Coisas de Criança

Coisas de Criança é...Brincar

Coisas de Criança é...Brincar
Contos, poesias,brincadeiras tradicionais, cantos e cantigas de roda, para gente miúda e graúda, desde que deixe a criança que existe em você se soltar.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia das Mães


Todo dia é o dia das mães
Mas hoje é tão especial
Saúdo a minha mãezinha
No meu ver não existe outra igual

Ela é o meu amor maior
Ela mora em meu coração
Por causa de ti ó mamãe
Eu canto esta doce canção.

Refrão:
Mamãe é a estrela que brilha
Em nossa família, é nosso tesouro
Ela é a estrela que brilha
Em nossa família, coração de ouro.. Bis

( minha primeira composição, música e letra)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A princesa e a porquinha cor-de-rosa



Era uma vez... Numa Vila de casinhas quase todas iguais, morava ali um jovem casal; a mulher sonhava ter uma filha e criar como uma princesa, mesmo que não fosse filha de rainha nem rei. A jovem senhora adorava a cor rosa e desejava que tudo da filha ,fosse a cor-de rosa.Para o marido o que viesse estava satisfeito.
Planejou a vinda da pequena criaturinha, e se viesse um menino? Tudo bem, mas o seu desejo, ela acreditava seria cumprido. Engravidou, logo em poucos meses ficou sabendo que viria uma menina. Começou os preparativos, quartinho todo decorado de cor rosa: Cortinas? Rosa, paredes? Rosa, enfeites? Cor-de-rosa apenas mudavam os tons. Até a casa pediu ao marido para pintá-la de? Rosa bem clarinho.

A vizinhança, ora criticava, ora elogiava o exagero de tanta cor rosa. Mas não é que a maioria teve a feliz idéia também!
Pintaram as casas, mas de cores diferentes. A rua ficou linda toda multicor. Todos os moradores pareciam recepcionar á chegada daquele bebê.

Passado alguns meses, finalmente nasceu uma linda menina que recebeu o nome de” Cynthia- Rose” .Que significa “Rosa Brilhante” A mãe e os demais passaram á chamá-la carinhosamente de pequenina princesa e a menina foi crescendo cheia de mimos, muito afeto e atenção. A mãe comprava lindos vestidos, laços, enfeites para seus cabelos castanhos cacheados, tênis e até os brinquedos tudo cor de rosa. No jardim da casa, a mãe plantou um canteiro de rosas também da mesma cor, era fascinante, só contrastava com o verde das folhas e da grama.
Com o tempo, a princesinha Cynthia Rose já com seus cinco aninhos, foi sentindo a necessidade, de ter uma companhia, claro tinha os amiguinhos da rua, mas ela queria um bichinho de estimação.

Foram os três a passeio ao Sítio dos seus avós, lá chegando foram recebidos com muita alegria, agora mais ainda pois os avós não a conheciam ainda netinha. Seu avô criava patos, galinhas, porcos e até uma vaquinha de leite, mas, o que mais chamou atenção da menina foi, os filhotes de uma porca gigante que tinha acabado de dá cria. Ela ficou encantada, deslumbrada, achou lindos e rosa como a cor que acostumara desde pequenina a enxergar em sua volta. Tratou logo primeiro de pedir ao seu avô, mas esse lhe disse que dependia dos pais dela deixar, mas que depressa ela correu eufórica falando alto:
-papai, mamãe quero levar uma porquinha para mim!
-mas minha filha, como é que vamos criar uma porca na Vila? Cidade grande é diferente, não podemos ter chiqueiro e também dá mal-cheiro...
-Mas minha mãe, eu não vou criar a porquinha num chiqueiro e sim em um cercadinho dentro de casa, daí vez em quando eu levo ela no quintal para ela fazer o que bem quiser.
- Querida, Porco não se cria dentro de casa, você não prefere um cãozinho, ou mesmo um gatinho mimoso?
-Mamãe, eu mesmo cuido, gosto de outros animais, mas prefiro a porquinha!
-Tudo bem , vou combinar com o seu pai. Para á alegria da menina, o pai concordou e foram eles de regresso á cidade.

A porquinha chiando dentro de uma cesta de palha e a Cynthia Rose conversando como se ela entendesse, mandando-a calar boca.
E assim chegando em casa pediu para o pai fazer um cercadinho para colocá-la. E disse: -voudar um nome á ela Rosalinda, vou dar banho todos os dias para ela ficar bem limpinha e cheirosa, vou escovar os seus dentinhos, suas patinhas e colocar um laço de fita no seu pescoço. Os pais riram daquela conversa da filha.

Logo a porquinha Rosalinda estava mal-acostumada com tanta dedicação, mas o extinto animal falava mais alto, já andava por todo o quintal. Quando chovia ela emporcalhava-se toda, mas que depressa a pequena princesa lá ia dar banho novamente, nova escovação e com isto mais trabalho .
Passaram-se os meses a Rosalinda cresceu e começou as dificuldades de mantê-la limpa, além do mais tinha engordado tanto de tal maneira que dificultava de ser bem cuidada. Sendo assim, seus pais convenceu a menina que tinha que levar a porquinha de volta para o sítio. Cynthia Rose tristonha entendeu que cada bichinho tem o seu lugar adequado
Voltando para casa...
-Filhinha, não fique assim, peça outro bichinho que arranjamos para você!
-Tá bem, então vou pensar...E foi pensando, pensando...
-Ah quero um bichinho mais companheiro. Sim uma gatinha, ela não gosta de banho, mas faz sua higiene com a língua e está sempre limpinha , vou colocar um laço cor rosa e vou colocar o nome de Rosita.
E assim, ela com os olhinhos marejados de lágrimas de saudade da Rosalinda que tinha ficado para trás, ia fazendo outros planos com a nova companheira que iria ganhar.


Fim.

* nota: contar para as crianças, pedindo para elas contarem e repetirem a palavra “Rosa” total da palavra “rosa” :10

domingo, 17 de abril de 2011

Menino pobre



Era muito pobre o menino,
Nenhum brinquedo tinha,
Mas brincava satisfeito,
Com um carrinho feito
De uma lata de sardinha.

Um dia o menino sonhou,
Que seu sonho buzinou,
Era a sua paixão nata,
Ganhar um ônibus de lata.

Já tinha o visto na estrada
Um de verdade rodando
No meio da poeirada
Ele ficava acordado sonhando.

Seu tio tinha ido para o sul,
Um dia quando retornou,
Trouxe o tal ônibus de presente,
Para o sobrinho sonhador,
Com o rosto sorridente
O menino alegre ficou..

Criou sua própria estrada,
Nem crescido deixou de brincar
Com o tempo o ônibus enferrujou,
Nem assim o abandonou,
Numa prateleira do seu quarto está.

Dora Duarte

terça-feira, 22 de março de 2011

Os meninos da rua chamada Esperança





Que mistério rondava aqueles recém-moradores da casa nova?
Numa rua chamada “esperança” >

A casa era uma das mais bonitas na rua, apesar de ser um bairro de pessoas distintas, simples, quase não havia casas enormes bonitas como àquela, A casa era diferente, dois andares, com uma jardim imenso florido, toda murada, com grades nas pontas e portões de ferro.
.
A vizinhança, principalmente as crianças nem viram a mudança chegar, pois já era madrugada quando um gigante caminhão baú descarregou tudo, logo em seguida um carro com os vidros fume estacionou na garagem, desceu a família constituída, pai , mãe e filho..

As crianças da rua curiosa pra saber quem morava ali, brincavam na calçada, sempre olhando para o andar de cima, já que debaixo não dava pra enxergar nada.
Pra decepção de todos, nada via.

Passaram-se alguns dias, semanas, nada das crianças saberem quem morava naquela casa.

Que esquisito acharam, eles e seus pais “ Mas, será que são tão metidos a ponto de nem quererem conhecer a gente?” falou uma das vizinhas.

O mistério estava por um triz para ser desvendado...

Um belo sábado de sol, eram seis crianças, não tinham aula.
.Começaram brincar na rua Esperança ...
De bicicleta, de bola, de pipa, quando um deles exclamou: “Vejam!!!!”

Um menino apareceu na janela, meio escondendo uma parte do rosto pelas cortinas. Era o Estevan, com olhar tristonho em direção as crianças que alegres brincavam.

Uma das crianças gritou _Oi menino como é o seu nome?

Ele respondeu de lá _Estevan.

_Aqui debaixo, meu nome é Alex, meus amigos , Lucan, André,Toni, e as amigas Mayara, Cris e Fernanda

_ Desça venha brincar com a gente!
_ Eu não posso brincar com vocês!
_ Por que não pode, sua mãe não deixa?
_ Nada disso, você não entende!

_ Ah já sei, sua mãe não deve deixar você se misturar com pobre, já que você é riquinho!
Falou fazendo gracinha.
De repente surge a mãe do Estevan na janela e disse:” Olá meninos, vou até aí conversar com vocês”. As crianças ficaram sem graça.
Logo ficaram sabendo, como também seu pais. Estevan era deficiente físico e caderante,tinha sofrido um acidente de carro na infância e perdera o movimento das pernas e estudava em escola especial.
Brincava sempre sozinho, já que aonde morava antes, não tinha muitos vizinhos com crianças, sua mãe não tinha muita esperança que ele pudesse brincar normal novamente e que fosse aceito na nova vizinhança.
“Ah mais aqui é diferente”, falou uma das mães das crianças.
_Pode deixar, a criançada vai dar um jeito, logo estarão todos brincando juntos.

...E não é que deu certo? Adaptaram vários jogos, embalavam Estevan na cadeira de roda, jogavam xadrez, jogos educativos, ensinaram a ele soltar pipa com ajuda dum assistente mirim. Foi aquela alegria total, nunca o Estivan brincou e sorriu tanto. A mãe de Estivan emocionada, falou:
_ muito obrigado a todos, desculpe-me de não ter me aproximado de vocês assim que mudamos, eu não fazia idea como o meu filho iria ser recebido, estou feliz de ver o meu filho sorrir, contente Não é atoa que viemos morar numa rua chamada Esperança.

Dora Duarte

quinta-feira, 3 de março de 2011

O pintinho cego



O pintinho cego

Era uma vez um pintinho que não enxergava direito, era cego de um olho. Seu nome Zépiapia .Era uma verdadeira família, sua mamãe galinha(Galinácea), seu papai galo(Garibaldi) e seus onze irmãos. Numa caminhada com sua mamãe e irmãozinhos para aprender na escola do ” Cisca Cisca”, para achar minhocas, formiguinhas, pedrinhas., foi que o pintinho muito descuidado e sem direção por causa da pouca visão, perdeu-se da família.

Quando percebeu o silêncio, sem o ouvir o cócócó e o piu piu piu, começou a piar alto, piava, piava e nada! Corria para um lado, para outro e quanto mais corria e piava, mas distanciava dos demais..

Umas crianças que jogavam bola em frente ao quintal onde morava aqueles bichinhos, Já estavam de saco cheio daqueles piados, um deles resolveu dar um jeito: pulou a cerca, pegou ele que estava debaixo de moita sem muita saída, ao invés de levar para perto da mamãe galinha,colocou ele em cima de um galho de planta, Aí foi que o Zépiapia piou mais.

Começou uma chuva fina, A mamãe galinha agasalhando os seus filhotinhos, percebeu a falta de um. Gritou para o papai galo;

─Hei desça daí, mexa-se vá procurar nosso filhote que está perdido!
─Ah vá você, estou com sono, passei a madrugada toda cantando:
─Garibaldi folgado, eu não posso, estou aquecendo a filharada, você só vive cantando, fazendo ovos e mais nada, vá lá...

─Ta bom, vou lá... E saiu todo faceiro cantarolando...
Lá estava o pintinho, tremendo de frio, rouco de tanto piar, O Galo subiu na planta e o resgatou, colocou em cima das suas belas penas e voltou ensinando uma lição:

─Sabe filho, não sei como você subiu ali, mas é cedo para subir em planta ou árvore, tudo tem sua hora, quando você crescer, vou ensinar a você cantar bonito que nem o papai...

Zépiapia com raiva:não sabia como explicar o motivo de estar em cima da planta, piou alto: ─Piuuuuuuuuuu!!!!
Dora Duarte

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Meu caderno saudoso




Meu caderno saudoso
Que outrora escrevi
Juntar as silabas, soletrar
Foi assim que aprendi
As primeiras palavras
E nunca mais esqueci.

Apaixonar-me pelas letras
Nem eu mesma sabia
Que por acaso um dia
Minhas ferramentas seriam.

Dora Duarte

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Revirando a memória

Revirando a memória
Revejo a minha escola
Onde um dia estudei
Meu último livro novo
Que dar escola ganhei
Lembro ainda seu cheiro
Foi ele que mais gostei

Hoje já velho e amarelinho,
Não cheira mais como antes
Mas o guardo com carinho
Num cantinho da estante.

Dora
Duarte

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Boi de mamão(tradicional folclore de Florianópolis




Boi de mamão ( quadrinhas)

Olha o boi de mamão
Sobe e desce até o chão
Baila pra cá, baila pra lá,
Rodopia no meio do salão.

Urubu quer bicar o boi
Mas ele não ta morto não
Não é para seu bico
O boi é para animação.


Cabra, macaco e urso,
Brinca, rola pelo chão,
Bernûncia e a filhote
Com crianças no salão.



Roda ,roda Maricota
Rodopia sem parar
Peão e cavalinho pulam
Pra o boi de mamão laçar.


Dora Duarte

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O SABIÁ FUJÃO



Era uma vez uma menina que se chamava Aninha, adorava passar as férias com os avós no sítio.Era muito sapeca e inteligente, enchia os avós de alegria, pois sempre queria aprender de tudo.

Apesar dos seus avós já de idade avançada, levavam uma vida ativa. Sua avó fazia muitas receitas gostosas, bolos, biscoitos, pãezinhos de queijo, broas e uns docinhos sem igual que ela gostava de comer...hummmm! Por outro lado , o seu avô cuidava da horta e dos animais domésticos.

Só uma coisa deixava a Aninha triste e pensativa, por que o seu avô colecionava gaiolas? Eram gaiolas com muitos passarinhos, todas ás manhãs, ela observava ele cuidando e limpando com carinho das gaiolas e perguntava:

__vovô eu costumo ver muitos pássaros livres voando no céu ,nas árvores, por todo o lugar. Por que esses aí vivem presos?

__Ah Aninha. Esses aqui nasceram em cativeiros não podem ser soltos... Ela ficou pensando naquela resposta.

Seu avô mostrou uma curiosidade para ela, um sabiá laranjeira, contou que ele um dia fugiu quando por descuido foi limpar a gaiola, por sorte ele o tinha conseguido captura-lo quando arrumou uma armadilha no açaprão(pequena gaiolinha adjunta a grande para pegar passarinho), mesmo assim cantando ele retornou.

Nesse instante um conhecido do seu avô o chamou, ele deixou a gaiola do sabiá, em cima de um banco e pediu para Aninha olhar. Ela muito curiosa ficou observando, percebeu que o sabiá bicava as varetas das quais eram feita a gaiola e estava formando uma pequena fresta, ela pensou rápido...
_Vou ajudá-lo, quem sabe ele está querendo ir para a cidade dele chamada “Cativeiros”!? É tão bonitinho ,canta tão bem! Não deu outra, ajudou-o a fugir, mas logo em seguida se arrependeu. Pausa.


Vamos ajudar a menina a recuperar o sabiá? Todos cantando:


& SABIÁ LÁ NA GAIOLA FEZ UM BURAQUINHO,VOÔU,VÔOU,VÔOU,VÔOU...E A MENINA QUE GOSTAVA TANTO DO BICHINHO....CHOROU...CHOROU...CHOROU! BIS
SABIÁ FUGIU DO TERREIRO, FOI CANTAR LÁ NO ABACATEIRO E A MENINA POIS- SE Á CHORAR VEM CÁ SABIÁ VEM CÁ! BIS

A MENINA DISSE CHORANDO SABIÁ ESTOU TE ESPERANDO.

SABIÁ NÃO FUJA VEM CÁ, VEM CÁ SABIÁ VEM CÁ.BIS

O avô vendo a menina chorando, acalentou-a no colo...

_vovô eu soltei o sabiá, para ele ir para a cidade Cativeiros onde ele nasceu, mas está ali cantando no abacateiro, juro eu me arrependi!
__mas Aninha, meu amor! Eu não expliquei direito, cativeiro é quando os bichinhos nascem presos nas gaiolas. Tem um casal que cruza daí nasce o filhinho, acostumam-se alí e ficam indefesos, se forem soltos acabam sendo presa fácil de bichos maiores, entendeu?

__Acho que sim! Respondeu Aninha.
Então vamos cantar fazer o sabiá voltar...

& SABIÁ LÁ NA GAIOLA...

E não é que o sabiá fujão voltou? Talvez por ouvir uma canção tão bonita! Ele quis apenas experimentar á liberdade, mas não era bobo, ali na gaiola estava seguro protegido do gavião que havia acabado de passar voando pela a redondeza.

A menina enfim, abraçou seu avô aliviada e feliz.

FIM
(adptação de uma historinha à cantiga do sabiá)


Dora Duarte

Florianópolis,24/01/2006

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Prece Infantil




MEU AMIGO JESUS;
EU SEI QUE OS MEUS PECADOS SÃO FALTAS LEVES,
MESMO ASSIM PEÇO DESCULPAS POR TER TE MAGOADO
DÊ-ME O TEU PERDÃO, FAZEI COM QUE EU NÃO CAIA NOVAMENTE EM TENTAÇÃO.
MEU AMIGO JESUS, PERDOA AS FALTAS DO PAPAI E DA MAMÃE, COMO TAMBÉM DOS MEUS AMIGUINHOS.
FAZEI COM QUE EU CONVIVA COM ELES NA AMIZADE FRATERNAL
MEU AMIGO JESUS, PROTEGEI-ME EM CASA E NA RUA,
VELAI O MEU SONO QUANDO DURMO,FAÇA-ME PURO DE CORAÇÃO.
MANDAI TEU ESPÍRITO SANTO Á ME DISPERTAR
QUANDO A PREGUIÇA ME ATACAR,
AFASTAI O MEU EGOÍSMO,
QUANDO NÃO DIVIDO O QUE EU TENHO,
OS MEUS BRINQUEDOS, AS MINHAS ROUPAS,
COM OS MAIS POBRES.
MEU AMIGO JESUS...
ENSINA-ME CADA VEZ MAIS AMAR O MEU PRÓXIMO,
QUERO SER UMA CRIANÇA BOAZINHA,
RESPEITAR TUDO O QUE CONTÉM NA NATUREZA,
SER OBEDIENTE AOS MEUS PAIS,
AJUDAR NAS TAREFAS DE CASA.
OBRIGADO MEU AMIGO JESUS POR TUA PROTEÇÃO... AMÉM

DORA DUARTE
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